O assassinato dos taxista Joaquim e o atentado ao taxista Juvino, ocorrido em circunstâncias parecidas de violência e atrocidade, comoveu Diamantino, nas últimas horas.
Joaquim foi encontrado morto, no bagageiro do seu veículo, na estrada vicinal de acesso à Bojuí.
Nos dois casos, a marca de violência, que golpeiou a inocência, a dignidade e o valor dos dois trabalhadores, que até pela profissão fica â mercê do risco e próximo de um atentado violento, vindo de passageiros assassinos.
Na história do crime, Diamantino possui uma lista cruel de assassinatos barbáros e dos quais, muitos nem foram solucionados. É o caso da agricultora Alair Schmidt, morta no interior de sua fazenda e de José Lopes de Macedo, assassinato quando prestada serviço na Fazenda São João.
Na década de setenta, o taxista Heleno transportou um comprador de terras, numa corrida combinada para a cidade de Rosário Oeste. Perto da serra da Caixa Furada, o taxista tomou outro caminho isolado e ali matou seu passageiro, ateou fogo e voltou para casa, junto com seu comparsa Roxinho.
A investigação da Polícia chegou ao taxista, que confessou o crime. No local, ficou a marca do crime. A gordura moldou com nitidez o contorno visível do corpo.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
segunda-feira, 24 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Manifestação percorreu trecho da principal rua de Diamantino
Os protestos de rua alastraram para todos os lados do país, numa ocasião oportuna, para se tornar público a indignação da população pro causa da realização da Copa das Confederações e dos gastos com o Mundial. Mas não é somente por isso. Começou, tendo como argumento principal a majoração das tarifas de ônibus, nas grandes capitais. Os preços foram reduzidos e ainda assim, o povo continuou nas ruas, em quantidade maior, nas grandes e médias, chegando nas pequenas também. Até então ainda não se tinha visto nada igual, de forma gigantesca, programada e orientada, sem prazo para terminar e parece que veio para mudar o país. O movimento tem cara, corpo e alma própria.
O povo acordou no maior levante da democracia, para chegar em Diamantino. Aqui, a rua também é palco e acabou sendo novamente usada. A manifestação, que começou no início da noite, percorreu a rua Desembargador Joaquim Pereira Ferreira Mendes, a principal via de acesso à cidade até a sede da Prefeitura Municipal, na praça Benedito Bruno.
Formada principalmente por estudantes, funcionários públicos, empresários, professores, profissionais liberais e simpatizantes, a manifestação repetiu as revindicações de outras, com destaque diferenciado para a conclusão das casas do Habitacional Bom Filho Cocco, cujas obras estão paradas há mais de quatro anos e a manutenção do funcionamento do Hospital São João Batista.
Sem ter dono e sem a presença de políticos, o movimento, que tem a voz e o clamor popular será fundamental para influenciar o resultado das eleições de 2014 e será capaz de promover a reforma política, através da renovação do COngresso Nacional e Assembleia Legislativa e terá alcance nas eleições municipais de 2016.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
O povo acordou no maior levante da democracia, para chegar em Diamantino. Aqui, a rua também é palco e acabou sendo novamente usada. A manifestação, que começou no início da noite, percorreu a rua Desembargador Joaquim Pereira Ferreira Mendes, a principal via de acesso à cidade até a sede da Prefeitura Municipal, na praça Benedito Bruno.
Formada principalmente por estudantes, funcionários públicos, empresários, professores, profissionais liberais e simpatizantes, a manifestação repetiu as revindicações de outras, com destaque diferenciado para a conclusão das casas do Habitacional Bom Filho Cocco, cujas obras estão paradas há mais de quatro anos e a manutenção do funcionamento do Hospital São João Batista.
Sem ter dono e sem a presença de políticos, o movimento, que tem a voz e o clamor popular será fundamental para influenciar o resultado das eleições de 2014 e será capaz de promover a reforma política, através da renovação do COngresso Nacional e Assembleia Legislativa e terá alcance nas eleições municipais de 2016.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
Manifestação popular chega a Diamantino
A grande lição vinda do clamor das ruas é uma sò: a insatisfação do povo em relação aos poderes [Executivo, Legislativo e Judiciário]. A reivindicação do movimento é legitima e merece uma reflexão mais atenta do Governo e da própria sociedade.
A presidente Dilma Rousseff tratou de ficar bem com o movimento, quando se referiu ao poder das ruas. A postura da presidente é mais político, até porque o movimento não abriu espaço para essa classe e nem para os partidos.
O povo acordou. Desde o movimento do impeachment do presidente Fernando Collor de Mello que não se via tamanha insatisfação nas ruas das cidades brasileiras.
A gota d'água foi o aumento da tarifa de ônibus, mas a briga inclui outras reclamações, como os gastos com a realização da Copa, a tirania da Fifa, a corrupção, a qualidade duvidosa do ensino, a remuneração dos professores, a falta de hospitais, de escolas, de estradas e de moradia são pautas de todos os movimentos.
Num efeito cascata, a manifestação vai chegar a Diamantino, que já se acostumou com as reivindicações de professores, de sem´terras e de agricultores, em épocas passadas.
Aqui, além da reivindicação do piso nacional dos professores, outras, poderiam ser incluídas, como a conclusão das casas populares, no Residencial Bom Filho Cocco, cujas obras estão paradas há mais de quatro anos.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
A presidente Dilma Rousseff tratou de ficar bem com o movimento, quando se referiu ao poder das ruas. A postura da presidente é mais político, até porque o movimento não abriu espaço para essa classe e nem para os partidos.
O povo acordou. Desde o movimento do impeachment do presidente Fernando Collor de Mello que não se via tamanha insatisfação nas ruas das cidades brasileiras.
A gota d'água foi o aumento da tarifa de ônibus, mas a briga inclui outras reclamações, como os gastos com a realização da Copa, a tirania da Fifa, a corrupção, a qualidade duvidosa do ensino, a remuneração dos professores, a falta de hospitais, de escolas, de estradas e de moradia são pautas de todos os movimentos.
Num efeito cascata, a manifestação vai chegar a Diamantino, que já se acostumou com as reivindicações de professores, de sem´terras e de agricultores, em épocas passadas.
Aqui, além da reivindicação do piso nacional dos professores, outras, poderiam ser incluídas, como a conclusão das casas populares, no Residencial Bom Filho Cocco, cujas obras estão paradas há mais de quatro anos.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
terça-feira, 11 de junho de 2013
Vereador Edílson lança candidatura do ex-prefeito Chico Mendes
Numa reunião reservada do ex-prefeito Chico Mendes com os vereadores de Diamantino e o prefeito Juviano Lincoln, onde o assunto foi a incorporação da Uned pela Unemat, surgiram outras conversas, até que emborcou na política.
La dentro, o vereador Edílson Mota Sampaio encorajou o ex-prefeito a disputar a eleição do ano que vem, como candidato a deputado estadual.
Mais tarde, na Tribuna, durante a Sessão Ordinária da Casa, o vereador confirmou sua intenção de apoiar o ex-prefeito na disputa eleitoral. Para o parlamentar o nome do ex-prefeito tem a melhor chance para vencer as eleições, numa afirmação sem demagogia e sem paixão política, com capacidade de obter votos nas cidades vizinhas.
A disputa não pode ser mais vista como trampolim para o pleito municipal. Vou apoiar e levantar a bandeira da candidatura do ex-prefeito Chico Mendes, reformou o vereador Edílson.
Novamente, o vereador Edílson confirma que não dá mais valor a posição partidária, depois das eleições de 2012. Virou líder do prefeito Juviano Lincoln, na Câmara e agora é o primeiro a se manifestar em favor de uma candidatura local, fora do PDT, o seu Partido.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
La dentro, o vereador Edílson Mota Sampaio encorajou o ex-prefeito a disputar a eleição do ano que vem, como candidato a deputado estadual.
Mais tarde, na Tribuna, durante a Sessão Ordinária da Casa, o vereador confirmou sua intenção de apoiar o ex-prefeito na disputa eleitoral. Para o parlamentar o nome do ex-prefeito tem a melhor chance para vencer as eleições, numa afirmação sem demagogia e sem paixão política, com capacidade de obter votos nas cidades vizinhas.
A disputa não pode ser mais vista como trampolim para o pleito municipal. Vou apoiar e levantar a bandeira da candidatura do ex-prefeito Chico Mendes, reformou o vereador Edílson.
Novamente, o vereador Edílson confirma que não dá mais valor a posição partidária, depois das eleições de 2012. Virou líder do prefeito Juviano Lincoln, na Câmara e agora é o primeiro a se manifestar em favor de uma candidatura local, fora do PDT, o seu Partido.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Câmara Federal dá autonomia para Estados criarem novos municípios
A Câmara Federal aprovou o Projeto de Lei Complementar 416/08, que devolve aos estados a autonomia de legislar sobre criação, emancipação e fusão de municípios. Com ia medida, 20 novos municípios podem ser criados em Mato Grosso. O deputado José Riva, principal interessado na nova autonomia da Assembleia Legislativa tem 14 propostos de criação de novas unidades, no Estado.
Apesar da aprovação, os deputados federais fizeram alterações no projeto e em função disso, existe a necessidade de nova apreciação dos senadores. Em caso de sinalização positiva, segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff.
No Brasil, 400 municípios podem ser criados com a aprovação do projeto. Em Mato Grosso, existem 56 processos aguardando parecer pela emancipação, 20 destes reúnem condições adequadas para se tornarem cidades.
Entre os requisitos para a criação das cidades previstos no substitutivo da deputada federal Flávia Morais (PDT-GO), está à viabilidade financeira, população mínima e plebiscito.
Inicialmente, existe a necessidade de um requerimento dirigido à Assembleia Legislativa, assinado por 20% dos eleitores residentes na área que pretende se emancipar ou se desmembrar. No caso de fusão ou da incorporação de municípios, as assinaturas devem ser de 10% dos eleitores em cada uma das cidades envolvidas.
Outros requisitos são quanto à população, os distritos e municípios devem ter população ao menos igual ao mínimo regional, que é calculado segundo percentual incidente sobre a média nacional de habitantes dos municípios brasileiros. Para encontrar essa média, serão excluídos os 25% municípios mais populosos e os 25% menos populosos.
Em Diamantino, a única localidade, que futuramente pode pleitear a emancipação é Deciolândia, situada no extremo do município. A situação paradoxal é de Alto Paraguai, que poderá perder a localidade de Capão Verde. A medida significa dividir pobreza.
A nova norma aprovada na Câmara trouxe contentamento à classe política de Mato Grosso, pois, a rigor vai ampliar a abrangência e o universo de caciques, que se perpetuam no poder.
Lista
Salto da Alegria – (Paranatinga);
Capão Verde – (Alto Paraguai);
Nova Fronteira – (Tabaporã);
Guariba – (Colniza);
Nova União – (Cotriguaçu);
Santa Clara do Monte Cristo – (Vila Bela da Santissima Trindade);
Rio Xingu – (Querência);
União do Norte – (Peixoto de Azevedo);
Espigão do Leste – (São Félix do Araguaia);
Novo Paraíso – (Ribeirão Cascalheira);
Paranorte – ( Juara);
Boa Esperança do Norte - (Nova Ubitaran/Sorriso);
Cardoso do Oeste – (Porto Esperidião);
Santo Antônio da Fontoura – (São José do Xingu);
Ouro Branco do Sul – (Itiquira);
Conselvan – (Aripuanã);
Japuranã – (Nova Bandeirantes);
Veranópolis do Araguaia – (Confresa);
Brianorte – (Nova Maringá)
Rondon do Parecis – (Campo Novo do Parecis)
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