Pelo terceiro ano consecutivo, o senador Pedro Taques (PDT-MT) integra o seleto grupo dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Desde o primeiro ano de mandato, em 2011, o mato-grossense vem sendo citado no ranking anual “Os cabeças do Congresso Nacional”, promovido pelo Diap (Departamento Sindical de Assessoria Parlamentar). Nesta edição de 2013, Pedro Taques destaca-se pela capacidade de conduzir debates e influenciar na agenda do parlamento.
Os “Cabeças” são, na definição do DIAP, aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de qualidades e habilidades específicas.
De acordo com a pesquisa, congressistas debatedores - característica atribuída a Pedro Taques - são conhecedores das regras regimentais e, por isso, regem as sessões e o funcionamento das Casas do Congresso. “Com suas questões de ordem, de encaminhamento, discussão de matérias em votação, obstrução do processo deliberativo, dominam a cena e contribuem decisivamente na dinâmica do Congresso”, diz a publicação.
Entre os 100 parlamentares que comandam o processo decisório no Congresso, 61 são deputados e 39 são senadores. Os dois partidos com maior número de parlamentares na elite são o PT, ao qual é filiada a presidente da República, e o PMDB, partido do vicepresidente da República e dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O terceiro em número de parlamentares, PSDB, é também o terceiro em influência, à frente do PDT, que é o quarto entre os “Cabeças” e o nono na bancada federal.
A atuação dos parlamentares citados foi avaliada por meio de levantamentos minuciosos de pronunciamentos, apresentação de proposições, resultados de votações, intervenções nos debates do Legislativo, frequência com que são citados na imprensa, temas preferenciais, cargos públicos exercidos dentro e fora do Congresso, relatorias de matérias relevantes, forças ou grupos políticos de que faça parte. Além disso, o DIAP realiza exame minucioso dos perfis políticos e ideológicos de cada parlamentar.
DIAP - Importante instrumento de fiscalização do desempenho de deputados e senadores, o DIAP acompanha a conjuntura política do país, atua no aperfeiçoamento das instituições e na defesa da causa pública. É constituído por cerca de 900 entidades sindicais de trabalhadores congregando centrais, confederações, sindicatos e associações distribuídas em todos os estados e no Distrito Federal.
Assessoria
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Pronto Atendimento terá o nome do Dr. Leônidas
Há homens que lutam um dia, e são bons.
Há outros que lutam um ano, e são melhores.
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muitos bons.
Porem, há os que lutam toda a vida. Estes são os imprescindíveis.
Eugen Berthold Friedrich Brecht
Na última Sessão Ordinária, do dia 12 de agosto, a Câmara Municipal de Diamantino aprovou Projeto de Lei que dispõe sobre a denominação do Pronto Atendimento: Dr. Leônidas Nascimento Vidigal.
Ainda, como homenagem póstuma, o Plenário aprovou ‘Moção de Pesar’, pelo falecimento do médico e a as bandeiras hasteadas naquele Poder estão a meio pau. E também foi feito um minuto de silêncio, na Sessão em memória ao médico e ex-vereador, falecido no sábado, dia 10.
Há 38 anos em Diamantino, o Dr. Leônidas foi pernas, braços e o cérebro do atendimento, nesse ínterim, na cidade. Ele amou a profissão como poucos e jamais fez acepção de pessoas. Fez cerce de 16 mil partos, dando o renovo a vida. Além de restaurar e recuperar a saúde de muitos pacientes, através de cirurgias milagrosas e bem-sucedidas.
Nesse contexto, honrou a profissão e cumpriu com integridade e honradez seu juramento de exercer o ofício com a grandeza de promover a saúde, brotar e prolongar a vida de muitos pacientes em Diamantino e na região.
Sem vaidade, deixou o legado da simplicidade, da competência e amor à nobre profissão e escreveu o seu nome na história médica em Diamantino. Seu feito é comparável a de outro médico, Marzavão de Siqueira. Ambos foram dedicados e contribuíram de forma direta com a saúde.
Parece que ele não gostou da política, depois da experiência como vereador em Diamantino, no período de 1989 a 1992, mas foi fundamental no funcionamento do Hospital São João Batista, no Pronto Atendimento e no Posto de Saúde Central. No Hospital costumava dobrar plantão e ali foi o seu último local de trabalho.
A mais expressiva lembrança do Dr. Leônidas é que ele mudou o conceito de atendimento, onde valia o estado do paciente. Ele não se importava com a aparência, com a cor e muito menos com a condição social, se era rico ou pobre.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
Há outros que lutam um ano, e são melhores.
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muitos bons.
Porem, há os que lutam toda a vida. Estes são os imprescindíveis.
Eugen Berthold Friedrich Brecht
Na última Sessão Ordinária, do dia 12 de agosto, a Câmara Municipal de Diamantino aprovou Projeto de Lei que dispõe sobre a denominação do Pronto Atendimento: Dr. Leônidas Nascimento Vidigal.
Ainda, como homenagem póstuma, o Plenário aprovou ‘Moção de Pesar’, pelo falecimento do médico e a as bandeiras hasteadas naquele Poder estão a meio pau. E também foi feito um minuto de silêncio, na Sessão em memória ao médico e ex-vereador, falecido no sábado, dia 10.
Há 38 anos em Diamantino, o Dr. Leônidas foi pernas, braços e o cérebro do atendimento, nesse ínterim, na cidade. Ele amou a profissão como poucos e jamais fez acepção de pessoas. Fez cerce de 16 mil partos, dando o renovo a vida. Além de restaurar e recuperar a saúde de muitos pacientes, através de cirurgias milagrosas e bem-sucedidas.
Nesse contexto, honrou a profissão e cumpriu com integridade e honradez seu juramento de exercer o ofício com a grandeza de promover a saúde, brotar e prolongar a vida de muitos pacientes em Diamantino e na região.
Sem vaidade, deixou o legado da simplicidade, da competência e amor à nobre profissão e escreveu o seu nome na história médica em Diamantino. Seu feito é comparável a de outro médico, Marzavão de Siqueira. Ambos foram dedicados e contribuíram de forma direta com a saúde.
Parece que ele não gostou da política, depois da experiência como vereador em Diamantino, no período de 1989 a 1992, mas foi fundamental no funcionamento do Hospital São João Batista, no Pronto Atendimento e no Posto de Saúde Central. No Hospital costumava dobrar plantão e ali foi o seu último local de trabalho.
A mais expressiva lembrança do Dr. Leônidas é que ele mudou o conceito de atendimento, onde valia o estado do paciente. Ele não se importava com a aparência, com a cor e muito menos com a condição social, se era rico ou pobre.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Jornal da Turma da Escola Lucinda Facchini vira notícia no Portal do Professor
Com a finalidade de estimular o hábito e o interesse pela leitura, a professora Márcia Timidati Raimundo, desenvolve desde 2004, o Projeto ‘Jornal da Turma’, na Escola Estadual Irmã Lucinda Facchini, de Diamantino. O Projeto virou tema de reportagem nacional, no portal do professor.
A montagem, criação e edição do Jornal é desenvolvido de agosto a outubro. Depois de pronto, ele fica exposto em painéis para ser visto e lido por todos na Escola e pelos familiares dos alunos. A publicação tem várias seções, como notícias culturais e esportivas, curiosidades, moda, culinária e editorial.
"Esperado e aguardado por todos, o Jornal já é tradição na escola", destaca Márcia. Para ela, essa é uma forma diferente de se produzir leitura, que usa a criatividade e desenvolve o senso critico e a cidadania. Um dos resultados alcançados é a mudança de comportamento dos alunos nas aulas de língua portuguesa. "Principalmente quanto ao interesse e participação", esclarece a professora.
A proposta da professora não é o abandono dos textos, mas a construção de uma ponte entre aluno e professor capaz de fornecer instrumentos para que os jovens percebam a leitura como uma necessidade e um prazer.
Autoestima
A fim de estimular o hábito de ler entre os alunos, ela procura sempre incentivá-los e mostrar que são capazes, pois acredita que o ponto-chave é a autoestima. "Todos nós precisamos de elogios, palavras de ânimo e muito incentivo", afirma. "Atividades prazerosas despertam interesse nos alunos e desenvolvem o senso crítico e a criatividade."
Segundo Márcia, que está no magistério há 24 anos, o trabalho nunca acaba e vai sempre se repetindo. "Corrigem-se as falhas, cria-se um novo formato, mexe-se aqui e ali, e vamos sempre em busca do aprendizado, o nosso e o de nossos alunos."
Com graduação em pedagogia e em letras anglo-portuguesas e especialização em psicopedagogia e no método Montessori-Lubienska, Márcia desenvolve outras atividades relacionadas à leitura, como elaboração de diálogos e participação em grupos de produção de texto, nos quais os alunos cantam, fazem mímica e dramatizações. Os estudantes também leem os blogues da escola e da professora e publicam atividades no facebook.
Outras Ações
Outra proposta vigente na Escola Estadual Irmã Lucinda Facchini trata-se da confecção de um livro com ilustrações. O trabalho é realizada com os estudantes do 2º e do 3º Ciclo de Formação Humana. As intervenções pedagógicas também abarcam o teatro e a música por meio de um show de talentos que amplia auto estima da garotada.
Fátima Schenini
A montagem, criação e edição do Jornal é desenvolvido de agosto a outubro. Depois de pronto, ele fica exposto em painéis para ser visto e lido por todos na Escola e pelos familiares dos alunos. A publicação tem várias seções, como notícias culturais e esportivas, curiosidades, moda, culinária e editorial.
"Esperado e aguardado por todos, o Jornal já é tradição na escola", destaca Márcia. Para ela, essa é uma forma diferente de se produzir leitura, que usa a criatividade e desenvolve o senso critico e a cidadania. Um dos resultados alcançados é a mudança de comportamento dos alunos nas aulas de língua portuguesa. "Principalmente quanto ao interesse e participação", esclarece a professora.
A proposta da professora não é o abandono dos textos, mas a construção de uma ponte entre aluno e professor capaz de fornecer instrumentos para que os jovens percebam a leitura como uma necessidade e um prazer.
Autoestima
A fim de estimular o hábito de ler entre os alunos, ela procura sempre incentivá-los e mostrar que são capazes, pois acredita que o ponto-chave é a autoestima. "Todos nós precisamos de elogios, palavras de ânimo e muito incentivo", afirma. "Atividades prazerosas despertam interesse nos alunos e desenvolvem o senso crítico e a criatividade."
Segundo Márcia, que está no magistério há 24 anos, o trabalho nunca acaba e vai sempre se repetindo. "Corrigem-se as falhas, cria-se um novo formato, mexe-se aqui e ali, e vamos sempre em busca do aprendizado, o nosso e o de nossos alunos."
Com graduação em pedagogia e em letras anglo-portuguesas e especialização em psicopedagogia e no método Montessori-Lubienska, Márcia desenvolve outras atividades relacionadas à leitura, como elaboração de diálogos e participação em grupos de produção de texto, nos quais os alunos cantam, fazem mímica e dramatizações. Os estudantes também leem os blogues da escola e da professora e publicam atividades no facebook.
Outras Ações
Outra proposta vigente na Escola Estadual Irmã Lucinda Facchini trata-se da confecção de um livro com ilustrações. O trabalho é realizada com os estudantes do 2º e do 3º Ciclo de Formação Humana. As intervenções pedagógicas também abarcam o teatro e a música por meio de um show de talentos que amplia auto estima da garotada.
Fátima Schenini
domingo, 11 de agosto de 2013
Menina aos 50 anos
A professora Rosa Neide Sandes de Almeida é uma só na educação e na pedagogia, seja na Secretaria de Pasta ou na sala de aula.
A professora plural completou 50 anos. Sem vergonha de revelar a idade, Rosa Neide, ao contrário, valorizou o feito, com exemplo de maturidade, experiência e dedicação, em favor da vida e da profissão.
A professora gosta de educação e de política. Na primeira preferência, passou por sala de aula, coordenação de curso na FID (Faculdades Integradas de Diamantino) e chegou ao cobiçado cargo de secretária de Estado de Educação; numa função que permeia competência com política.
Na mesma política, se destacou como secretária municipal de Educação, na gestão do prefeito Batistinha. O bom desempenho no cargo ajudou na eleição para a Câmara Municipal de Diamantino, por um mandato.
Rosa Neide deu a volta por cima, depois que saiu de Diamantino e se tornou uma profissional respeitada e elogiada, por introduzir e aperfeiçoar as políticas públicas para a educação, no Estado.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
Dr. Leônidas deixou órfã a qualidade do atendimento médico em Diamantino
A morte do médico Leônidas Nascimento Vidigal deixa órfãs a qualidade do atendimento e a dedicação profissional que somente ele sabia fazer.
Como médico honrou a profissão e como poucos, cumpriu com integridade e honradez seu juramento de exercer o ofício com a grandeza de restaurar a saúde e prolongar a vida de muitos pacientes em Diamantino e na região.
Dr. Leônidas aproveitou muito bem o dom divino que recebeu, por isso amava a profissão e fez dela sua razão de ser. Deus, certamente se sentiu recompensado pela habilidade do médico em curar doenças e celebrar a essência da vida, com os inúmeros partos que fez, ao longo de sua carreira, em Diamantino.
Desprovido de vaidade, deixou o legado da simplicidade, da competência e amor à nobre profissão e por tudo isso, gravou o seu nome na história médica em Diamantino. Seu feito é comparável a de outro médico, Marzavão de Siqueira. Ambos foram dedicados e contribuíram de forma direta com a saúde, a assistência médica e o combate às doenças; no revigor da vida.
Dr. Leônidas entrou na política e se elegeu vereador em Diamantino, mas não gostou da função. Preferiu mesmo o atendimento no Hospital São João Batista e no Posto de Saúde Central.
No Hospital costumava dobrar plantão, pois parecia incansável, como médico e plenamente satisfeito ao ver a cura do seu paciente ao readquirir a saúde. De tanto gostar da profissão, morreu no posto de trabalho.
A última lembrança do Dr. Leônidas é que ele demonstrava a felicidade do dever cumprido e a paz, por ter completado a carreira com honra e dignidade, aqui na terra.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
Como médico honrou a profissão e como poucos, cumpriu com integridade e honradez seu juramento de exercer o ofício com a grandeza de restaurar a saúde e prolongar a vida de muitos pacientes em Diamantino e na região.
Dr. Leônidas aproveitou muito bem o dom divino que recebeu, por isso amava a profissão e fez dela sua razão de ser. Deus, certamente se sentiu recompensado pela habilidade do médico em curar doenças e celebrar a essência da vida, com os inúmeros partos que fez, ao longo de sua carreira, em Diamantino.
Desprovido de vaidade, deixou o legado da simplicidade, da competência e amor à nobre profissão e por tudo isso, gravou o seu nome na história médica em Diamantino. Seu feito é comparável a de outro médico, Marzavão de Siqueira. Ambos foram dedicados e contribuíram de forma direta com a saúde, a assistência médica e o combate às doenças; no revigor da vida.
Dr. Leônidas entrou na política e se elegeu vereador em Diamantino, mas não gostou da função. Preferiu mesmo o atendimento no Hospital São João Batista e no Posto de Saúde Central.
No Hospital costumava dobrar plantão, pois parecia incansável, como médico e plenamente satisfeito ao ver a cura do seu paciente ao readquirir a saúde. De tanto gostar da profissão, morreu no posto de trabalho.
A última lembrança do Dr. Leônidas é que ele demonstrava a felicidade do dever cumprido e a paz, por ter completado a carreira com honra e dignidade, aqui na terra.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
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