A Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec) abriu 66 vagas para contratação de apoio às Atividades Acadêmicas e Administrativas. As vagas são para atuar nos cursos de Formação Inicial e Continuada, ofertados no âmbito da Bolsa-Formação, vinculados ao Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
Os selecionados vão trabalhar em 66 municípios de Mato Grosso, ligados as escolas técnicas estaduais de Alta Floresta, Barra do Garças, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.
As inscrições devem ser realizadas pelo site da Secitec até às 12 horas da sexta-feira, dia 23 de maio.
Os candidatos precisam ter nível médio e conhecimentos em informática. Dentre as atribuições do cargo estão: apoiar a gestão acadêmica e administrativa das turmas; acompanhar e subsidiar a atuação dos professores; receber registros da frequência e do desempenho acadêmico dos estudantes e inseri-los no SISTEC no prazo determinado pelo MEC; participar dos encontros de coordenação; realizar a matrícula dos estudantes, a emissão de certificados e a organização de pagamentos dos bolsistas entre outras atividades administrativas e de Secretaria determinadas pelos coordenadores geral e adjunto.
Os profissionais selecionados serão remunerados na forma da Lei nº 12.513, de 26 de Outubro de 2011 e da Instrução Normativa 003/2013/SECITEC-MT. O valor é de R$ 18 por hora e o pagamento da bolsa será feito de acordo com a carga horária efetivamente trabalhada, diretamente ao profissional por meio de depósito bancário em sua conta corrente. Sobre o pagamento das bolsas haverá incidência e retenção de tributos, conforme previsto na legislação tributária.
Débora Siqueira
Assessoria/Secitec-MT
terça-feira, 20 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Padrão Brasil na Copa
A proximidade da realização da Copa do Mundo no Brasil dá início à contagem do tempo para a abertura da competição e, junto reaparece o movimento que protesta contra o Mundial, no país.
As manifestações de ruas preocupam o Governo e a própria Fifa. O movimento ganha força porque o Brasil foi incapaz de organizar o Mundial e também porque se gastou muito dinheiro na construção e reformas de estádios e de adequação urbana e de logística à Copa ainda incabadas; enquanto a população vive a rotina de um país pobre, corrupto, sem gestão pública e sem perspectiva de progresso sustentado e duradouro.
A frase “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ – “O Brasil não é um país sério” – popularmente atribuída a Charles de Gaulle, parece mais atual do que nunca. Visto de fora, do estrangeiro, a organização da Copa virou piada, publicada em reportagens, na Europa e nos Estados Unidos.
Fiasco para os gringos e vergonha para os brasileiros. O senador Pedro Taques disse que o governo de Mato Grosso quando tenta justificar o atraso nas obras de mobilidade urbana em Cuiabá, acha que todo mundo é bobó cheira cheira.
Para a Associeted Press, houve um tempo em que o maior país da América do Sul parecia ser o lugar perfeito para o evento vitrine do futebol. É única superpotência do jogo e na casa de Pelé, o seu mais famoso futebolista. “Em vez disso, o país é uma bagunça logística” – frisa. Pior: antecipa que o Mundial deve acontecer em meio a grandes protestos contra o Governo, movimentação população temida por serem “potencialmente violentas” como as ocorrida no ano passado durante a Copa das Confederações.
A indicação ocorreu em 2007, e desde então, os políticos prometeram investir milhões em 56 aeroportos, construir linhas de metrô e outros projetos em todo o país, além de 3,5 bilhões para a construção ou reforma de 12 estádios para o Mundial. .
Os escândalos de corrupção e a prioridade do Governo com a Copa, em detrimento de investimentos básicos no país se colocaram como impróprias, no meio da realidade brasileira.
Fora do gramado, o Brasil já perdeu a Copa do Mundo.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
As manifestações de ruas preocupam o Governo e a própria Fifa. O movimento ganha força porque o Brasil foi incapaz de organizar o Mundial e também porque se gastou muito dinheiro na construção e reformas de estádios e de adequação urbana e de logística à Copa ainda incabadas; enquanto a população vive a rotina de um país pobre, corrupto, sem gestão pública e sem perspectiva de progresso sustentado e duradouro.
A frase “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ – “O Brasil não é um país sério” – popularmente atribuída a Charles de Gaulle, parece mais atual do que nunca. Visto de fora, do estrangeiro, a organização da Copa virou piada, publicada em reportagens, na Europa e nos Estados Unidos.
Fiasco para os gringos e vergonha para os brasileiros. O senador Pedro Taques disse que o governo de Mato Grosso quando tenta justificar o atraso nas obras de mobilidade urbana em Cuiabá, acha que todo mundo é bobó cheira cheira.
Para a Associeted Press, houve um tempo em que o maior país da América do Sul parecia ser o lugar perfeito para o evento vitrine do futebol. É única superpotência do jogo e na casa de Pelé, o seu mais famoso futebolista. “Em vez disso, o país é uma bagunça logística” – frisa. Pior: antecipa que o Mundial deve acontecer em meio a grandes protestos contra o Governo, movimentação população temida por serem “potencialmente violentas” como as ocorrida no ano passado durante a Copa das Confederações.
A indicação ocorreu em 2007, e desde então, os políticos prometeram investir milhões em 56 aeroportos, construir linhas de metrô e outros projetos em todo o país, além de 3,5 bilhões para a construção ou reforma de 12 estádios para o Mundial. .
Os escândalos de corrupção e a prioridade do Governo com a Copa, em detrimento de investimentos básicos no país se colocaram como impróprias, no meio da realidade brasileira.
Fora do gramado, o Brasil já perdeu a Copa do Mundo.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
segunda-feira, 12 de maio de 2014
IFMT assumi Escola Técnica Estadual de Diamantino
O IFMT (Instituto Federal de Mato Grosso) vai assumir o prédio das Escolas Técnicas Estaduais de Diamantino e Tangará da Serra a partir de 22 de maio. O secretário de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec), Rafael Bastos, assinou o convênio com o reitor do IFMT, José Bispo Barbosa, na manhã desta segunda-feira, 12 de maio.
Com o IFMT, os dois municípios vão ter mais opções de cursos superiores, pós-graduação e cursos técnicos de ensino médio. Neste ano será feita uma pesquisa para avaliar as economias regionais e os arranjos produtivos, para ofertar os cursos específicos para o desenvolvimento local.
Por enquanto, o IFMT vai continuar o trabalho da Secitec, ofertando cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) nos dois municípios.
As Escolas Técnicas vão continuar a funcionar, mas em prédios cedidos pelas prefeituras. Em Diamantino a ETE será na Universidade Aberta do Brasil, na antiga escola agrícola.
O IFMT tem assegurado R$ 1,1 milhão para manutenção de cada escola. Desde 1º de maio, a instituição federal passou a ser responsável por despesas como água, luz, telefone, internet, segurança, limpeza e a manutenção do prédio. As despesas com a folha de pagamento dos servidores estaduais continuam sendo da Secitec.
O reitor José Bispo Barbosa disse que a partir de julho vai nomear os aprovados nos concursos do IFMT realizado em dezembro do ano passado para começar a trabalhar nas unidades. “Vamos abrir novo concurso público para professor e técnicos de nível superior. As unidades vão ter 60 professores, 50 técnicos e cerca de 1.200 alunos”, explicou.
O deputado estadual Wagner Ramos comentou que há muitos anos a sociedade de Tangará da Serra aguarda a vinda do IFMT. “Tangará passa de 100 mil habitantes e era um sonho antigo nosso que a cidade pudesse ter uma oferta maior de cursos técnicos e de ensino superior. Vai ser importante para que os jovens permaneçam na cidade para estudar”.
O prefeito de Diamantino, Juviano Lincoln, que também participou da assinatura do termo de doação, disse que com o campus do IFMT e a ampliação dos cursos técnicos da Secitec o município se consolida como um polo educacional da região. “A economia local terá acréscimo de aproximadamente sete milhões de reais com a ida do Instituto”, destacou.
O secretário de Ciência e Tecnologia comentou que a parceria com o IFMT é importante para ampliação da oferta de cursos técnicos de nível superior. A Secitec vai continuar o trabalho com os cursos de nível médio. “O convênio vai permitir fomento na economia local, além de transformar essas cidades em polos educacionais e oferecer novas oportunidades para a população”.
Também participaram da assinatura do convênio o deputado federal Eliene Lima, o diretor do campus do IFMT, Nelson Suzuki; o secretário de Esportes, Lazer e Turismo de Diamantino, Euclides Eurico das Neves; o diretor da ETE de Diamantino, Carlos Luciani; secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Adriano Breunig; e o presidente do Conselho Estadual de Educação, Agnaldo Garrido.
Débora Siqueira
Assessoria Secitec
Com o IFMT, os dois municípios vão ter mais opções de cursos superiores, pós-graduação e cursos técnicos de ensino médio. Neste ano será feita uma pesquisa para avaliar as economias regionais e os arranjos produtivos, para ofertar os cursos específicos para o desenvolvimento local.
Por enquanto, o IFMT vai continuar o trabalho da Secitec, ofertando cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) nos dois municípios.
As Escolas Técnicas vão continuar a funcionar, mas em prédios cedidos pelas prefeituras. Em Diamantino a ETE será na Universidade Aberta do Brasil, na antiga escola agrícola.
O IFMT tem assegurado R$ 1,1 milhão para manutenção de cada escola. Desde 1º de maio, a instituição federal passou a ser responsável por despesas como água, luz, telefone, internet, segurança, limpeza e a manutenção do prédio. As despesas com a folha de pagamento dos servidores estaduais continuam sendo da Secitec.
O reitor José Bispo Barbosa disse que a partir de julho vai nomear os aprovados nos concursos do IFMT realizado em dezembro do ano passado para começar a trabalhar nas unidades. “Vamos abrir novo concurso público para professor e técnicos de nível superior. As unidades vão ter 60 professores, 50 técnicos e cerca de 1.200 alunos”, explicou.
O deputado estadual Wagner Ramos comentou que há muitos anos a sociedade de Tangará da Serra aguarda a vinda do IFMT. “Tangará passa de 100 mil habitantes e era um sonho antigo nosso que a cidade pudesse ter uma oferta maior de cursos técnicos e de ensino superior. Vai ser importante para que os jovens permaneçam na cidade para estudar”.
O prefeito de Diamantino, Juviano Lincoln, que também participou da assinatura do termo de doação, disse que com o campus do IFMT e a ampliação dos cursos técnicos da Secitec o município se consolida como um polo educacional da região. “A economia local terá acréscimo de aproximadamente sete milhões de reais com a ida do Instituto”, destacou.
O secretário de Ciência e Tecnologia comentou que a parceria com o IFMT é importante para ampliação da oferta de cursos técnicos de nível superior. A Secitec vai continuar o trabalho com os cursos de nível médio. “O convênio vai permitir fomento na economia local, além de transformar essas cidades em polos educacionais e oferecer novas oportunidades para a população”.
Também participaram da assinatura do convênio o deputado federal Eliene Lima, o diretor do campus do IFMT, Nelson Suzuki; o secretário de Esportes, Lazer e Turismo de Diamantino, Euclides Eurico das Neves; o diretor da ETE de Diamantino, Carlos Luciani; secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Adriano Breunig; e o presidente do Conselho Estadual de Educação, Agnaldo Garrido.
Débora Siqueira
Assessoria Secitec
quinta-feira, 27 de março de 2014
Serviço de água e esgoto será explorado pela iniciativa privada em Diamantino
Está no fim a contagem regressiva para se formalizar a Concessão dos Serviços de Saneamento Básico de Diamantino, conforme preceitua a Lei Municipal nº 910/2013.
Como argumento oficial foi dado que a operação conduzida pela Prefeitura Municipal implica na necessidade de grandes investimentos em equipamentos, materiais e tecnologias, com consequente redução de investimentos em áreas prioritárias, em razão da incapacidade de auto financiamento do Setor de Saneamento e do Sistema Existente.
Também foi considerado que o atual sistema não atende adequadamente a população.
Foi alegado que empresas com comprovada qualificação detém agilidade no processo de financiamentos à longo prazo, e em condições diferenciadas da Administração Pública; cuja operação no sistema implicará em eficiência e qualidade a baixo custo.
Para o Executivo, a Concessão justifica-se ainda pelas seguintes necessidades:
Implantação de um sistema eficaz de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em Diamantino, mediante a execução das obras e serviços que constituem o objeto desta licitação, para as quais o Setor Público não dispõe de recursos suficientes.
Ampliação imediata do sistema de abastecimento de água, visando eliminar as intermitências no fornecimento, e atendimento a demanda potencial da população, bem como ao crescimento vegetativo da cidade, buscando a universalização dos serviços.
Incremento à saúde pública pela melhoria das condições hidráulicas e sanitárias da rede de abastecimento e da qualidade da água distribuída.
Redução e controle da poluição hídrica, através da implantação de rede coletora, estações de tratamento de esgotos.
Manutenção adequada das instalações atuais, com o objetivo de otimizar os investimentos já realizados e de melhorar e modernizar a operação dos serviços existentes, visando reduzir falhas no funcionamento, afim de que os usuários tenham garantido sua satisfação e atendimento com qualidade.
Melhoria dos serviços públicos de água e de esgoto para proporcionar ao Município de Diamantino, um maior desenvolvimento industrial, comercial e turístico, resultando em benefícios sociais diretos e indiretos, como a geração de empregos e o aumento na arrecadação de impostos.
A concessão prevê a operação pela iniciativa privada por 30 anos e investimentos na captação e distribuição de água e em esgotamento sanitário e tarifa compatível com a realidade dos moradores de Diamantino, principalmente no consumo residencial.
A concessão é uma tendência natural no serviço público, mas que desagrada muita gente, pois a gestão sai do âmbito do poder público e passa para a iniciativa privada, que em tese, sabe gerir, para auferir lucro.
Recentemente, o sistema de água já vinha de uma terceirização e com o fim do contrato, a Prefeitura assumiu a gestão o sistema. No ano passado, a distribuição passou pelo caos, com a falta de água em muitos bairros da cidade. A arrecadação mensal atual oscila entre 120 e 150 mil reais ao mês.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
Como argumento oficial foi dado que a operação conduzida pela Prefeitura Municipal implica na necessidade de grandes investimentos em equipamentos, materiais e tecnologias, com consequente redução de investimentos em áreas prioritárias, em razão da incapacidade de auto financiamento do Setor de Saneamento e do Sistema Existente.
Também foi considerado que o atual sistema não atende adequadamente a população.
Foi alegado que empresas com comprovada qualificação detém agilidade no processo de financiamentos à longo prazo, e em condições diferenciadas da Administração Pública; cuja operação no sistema implicará em eficiência e qualidade a baixo custo.
Para o Executivo, a Concessão justifica-se ainda pelas seguintes necessidades:
Implantação de um sistema eficaz de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em Diamantino, mediante a execução das obras e serviços que constituem o objeto desta licitação, para as quais o Setor Público não dispõe de recursos suficientes.
Ampliação imediata do sistema de abastecimento de água, visando eliminar as intermitências no fornecimento, e atendimento a demanda potencial da população, bem como ao crescimento vegetativo da cidade, buscando a universalização dos serviços.
Incremento à saúde pública pela melhoria das condições hidráulicas e sanitárias da rede de abastecimento e da qualidade da água distribuída.
Redução e controle da poluição hídrica, através da implantação de rede coletora, estações de tratamento de esgotos.
Manutenção adequada das instalações atuais, com o objetivo de otimizar os investimentos já realizados e de melhorar e modernizar a operação dos serviços existentes, visando reduzir falhas no funcionamento, afim de que os usuários tenham garantido sua satisfação e atendimento com qualidade.
Melhoria dos serviços públicos de água e de esgoto para proporcionar ao Município de Diamantino, um maior desenvolvimento industrial, comercial e turístico, resultando em benefícios sociais diretos e indiretos, como a geração de empregos e o aumento na arrecadação de impostos.
A concessão prevê a operação pela iniciativa privada por 30 anos e investimentos na captação e distribuição de água e em esgotamento sanitário e tarifa compatível com a realidade dos moradores de Diamantino, principalmente no consumo residencial.
A concessão é uma tendência natural no serviço público, mas que desagrada muita gente, pois a gestão sai do âmbito do poder público e passa para a iniciativa privada, que em tese, sabe gerir, para auferir lucro.
Recentemente, o sistema de água já vinha de uma terceirização e com o fim do contrato, a Prefeitura assumiu a gestão o sistema. No ano passado, a distribuição passou pelo caos, com a falta de água em muitos bairros da cidade. A arrecadação mensal atual oscila entre 120 e 150 mil reais ao mês.
Benedito Cruz de Almeida
Agência Agora
terça-feira, 18 de março de 2014
Vereador de Diamantino deverá se candidatar a deputado
O líder do prefeito na Câmara de Diamantino, vereador Edílson Mota Sampaio (PROS) anteriormente, tinha defendido a candidatura do ex-prefeito Chico Mendes a deputado, mas a ideia não vingou.
Depois, na Tribuna da Casa, o vereador disse que pretendia ser candidato, a deputado estadual, nas eleições deste ano. Agora, mais próximo do pleito, o edil tomou postura de candidato e já começou o entendimento com as lideranças locais.
Para o vereador Edílson, a sua candidatura é própria do sentimento que se forma e cresce, pela necessidade da representação política da cidade e da região, na Assembleia Legislativa.
O vereador entende que a população já se cansou de votar errado, em candidato de fora que não tem nenhuma afinidade com a comunidade. Depois de eleitos, não voltam à cidade, nem a passeio, lembra o vereador.
Então, o Município e toda região, ficam esquecidos pelos deputados, por quatro anos seguidos. É um ciclo vicioso que resiste ao tempo e que causa imenso prejuízo à população, que além de enganada, não recebe os benefícios da política do Estado, porque não tem ninguém ao seu favor, junto ao Governo.
O vereador Edílson tem perfil de legislador e se identificou com a política eletiva. Sua candidatura deverá ser confirmada pelo Partido sem dificuldade e nasce como uma opção doméstica e regional para quebrar a supremacia dos candidatos paraquedistas e a cultura dos eleitores desavisados.
Se o eleitor entender a candidatura, a região poderá ter seu deputado na Assembleia, pois o eleitorado é suficiente para eleger gente daqui, com compromisso claro acerca do desenvolvimento regional.
A candidatura do vereador não pode ser vista como um trapolim para as eleições de 2016, pois o pleito lá é diferente.
Benedito Cruz de Almeida
Agênia Agora
Depois, na Tribuna da Casa, o vereador disse que pretendia ser candidato, a deputado estadual, nas eleições deste ano. Agora, mais próximo do pleito, o edil tomou postura de candidato e já começou o entendimento com as lideranças locais.
Para o vereador Edílson, a sua candidatura é própria do sentimento que se forma e cresce, pela necessidade da representação política da cidade e da região, na Assembleia Legislativa.
O vereador entende que a população já se cansou de votar errado, em candidato de fora que não tem nenhuma afinidade com a comunidade. Depois de eleitos, não voltam à cidade, nem a passeio, lembra o vereador.
Então, o Município e toda região, ficam esquecidos pelos deputados, por quatro anos seguidos. É um ciclo vicioso que resiste ao tempo e que causa imenso prejuízo à população, que além de enganada, não recebe os benefícios da política do Estado, porque não tem ninguém ao seu favor, junto ao Governo.
O vereador Edílson tem perfil de legislador e se identificou com a política eletiva. Sua candidatura deverá ser confirmada pelo Partido sem dificuldade e nasce como uma opção doméstica e regional para quebrar a supremacia dos candidatos paraquedistas e a cultura dos eleitores desavisados.
Se o eleitor entender a candidatura, a região poderá ter seu deputado na Assembleia, pois o eleitorado é suficiente para eleger gente daqui, com compromisso claro acerca do desenvolvimento regional.
A candidatura do vereador não pode ser vista como um trapolim para as eleições de 2016, pois o pleito lá é diferente.
Benedito Cruz de Almeida
Agênia Agora
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